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Última revisão em 2025-12-06. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) é uma unidade orgânica da Universidade do Porto que tem como missão criar, transmitir e difundir conhecimento na área das ciências da vida e da saúde. O Instituto ministra ensino nos domínios da Medicina, Medicina Veterinária, Ciências do Meio Aquático, Bioquímica e Bioengenharia.. O ICBAS tem como patrono o professor Abel Salazar (1889-1946) e como lema: "Um médico que só sabe Medicina nem Medicina sabe." As cores do Instituto são o amarelo e azul, que simbolizam a aliança da Medicina com a Ciência. Leccionam no ICBAS cerca de 200 docentes com o grau de doutor, destes cerca de 50 são professores catedráticos. No âmbito da Biologia Fundamental e Aplicada, o ICBAS é a maior das instituições portuguesas de estudos pós-graduados: frequentam-no mais de 750 alunos de doutoramento, num universo de mais de 3500 alunos de cerca de 20 nacionalidades diferentes.
Fontes: pt.wikipedia.org
O ICBAS foi criado, em maio de 1975, por iniciativa de um grupo de personalidades da Universidade do Porto, entre as quais Corino de Andrade, Ruy Luís Gomes e Nuno Grande, como instituição anexa à Reitoria da Universidade do Porto, sendo a sua génese baseada num conjunto de grandes princípios, que veio modelar o perfil que o Instituto tem ainda hoje: sólida formação de base e aposta na formação avançada, investigação e inovação. Inspirado no pensamento e obra de Abel Salazar, seu patrono, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) assumiu-se, desde as origens, como uma escola multidisciplinar e multiprofissional na área das Ciências da Vida, num sentido lato, adoptando, como lema: Um médico que só sabe Medicina nem Medicina sabe, gravado no átrio principal do edifício antigo. Imediatamente abaixo estão igualmente gravadas as seguintes palavras de Abel Salazar: Não tenho ambições políticas, nem jamais as terei, como jamais as tive mas tenho deveres sociais a cumprir, que cumprirei conforme os ditames da óptica científica. Acerca de Abel Salazar e das linhas orientadoras do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, o Professor Nuno Grande escreveu no Jornal de Notícias de 29 de dezembro de 1996:
Fontes: pt.wikipedia.org
«Abel Salazar foi, porventura, a personalidade mais plurifacetada da cultura portuguesa. De facto, na investigação científica como na pintura, na escultura como na gravura, no cinzelado como na literatura, se exprime um espírito original, imaginativo e rigoroso, como não há paralelo na história cultural portuguesa. Verdadeiro homem da Renascença, associou uma sensibilidade apurada e um sentido crítico arguto a uma necessidade imperiosa de busca de novas referências, que deram a dimensão da obra gigantesca que nos legou. Não é possível relacionar essa obra com qualquer escola científica, artística, filosófica ou ideológica, porque Abel Salazar não cabia em chavetas sistematizantes, dizendo de si próprio que poderia ser classificado como anarquista científico. Inovador em todas as manifestações de um espírito inquieto, foi-o também como pedagogo, o que acabou por se tornar uma característica utilizada pelo Conselho Escolar para o afastar do convívio com os alunos e com a Faculdade. Foi acusado de estar mentalmente perturbado, pois punha alunos a dar aulas teóricas, facto cujo ineditismo para a época revela a preocupação de estimular os mais dotados para a docência. Procurava despertar e orientar o inconformismo natural dos jovens, ensinando-os a pôr questões e a equacionar processos de procura de resposta a essas questões. Por isso criticava o "urso", aluno que estudava apenas para obter boas classificações numa postura passiva em face do saber oficial.
Fontes: pt.wikipedia.org
Abel Salazar manteve o laboratório aberto durante o dia e a noite, de modo a que os alunos pudessem ter acesso, se o quisessem, a todos os meios de aprendizagem, não tendo cedido às pressões dos que pretendiam ser esta atitude perigosa para o património da Faculdade. Assim distinguia os alunos com maior capacidade para programar os tempos de trabalho. A esses estimulava a auto-aprendizagem e a participação em programas de pesquisa laboratorial. A avaliação dessa aprendizagem incluía não só a valorização dos conhecimentos adquiridos, como também a capacidade de observação, o método descritivo, o sentido analógico e a capacidade interpretativa. Estas características não vinham nos livros ou nas "sebentas" mas permitiram distinguir alguns dos que mais tarde foram seus colaboradores e seguidores. Não fora a injustiça e a prepotência que o impediram de continuar a exercer a docência e estavam criadas as condições para se ter constituído uma verdadeira Escola de Histologistas no Porto. Abel Salazar foi também um excepcional divulgador, escrevendo nos jornais, de grande e pequena tiragem, artigos de divulgação do conhecimento científico e de opinião cívica que são testemunho das qualidades pedagógicas deste professor que paradigmatiza o verdadeiro Mestre. Recordá-lo nos cinquenta anos da sua morte é um acto salutar para a sociedade portuguesa, cada vez mais carente de referências dignificantes.»
Fontes: pt.wikipedia.org
Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)